Você é potencial!

Atualizado: Set 21

Quando eu era adolescente, ouvi uma metáfora muito significativa sobre sementes em um sermão de um teólogo de Nassau - Bahamas, chamado Myles Monroe, ele definia sementes como “potenciais”. Ou seja, algo que não atingiu plenamente suas tendências inatas, sua forma final, mas, que já contém em seu código genético todas as características e recursos necessários para tornar-se o que deve ser, portanto, havendo as condições favoráveis ao seu desenvolvimento a semente brotará, produzindo folhas, frutos, flores e novas sementes.

De modo que, cada semente, carrega em si um grande potencial de transformação, de produção de vida, cada qual, segundo a sua espécie.

Assim também, cada ser humano, é uma semente, que carrega em si potencial de realização, alguns, potencial para promover a paz, outros para gerar resultados, outros ainda para gerar conhecimento, arte etc.

Ocorre, que, se somos este tão grande potencial, por que vivemos a margem de tudo o que poderíamos ser e experimentamos a frustração e o caos?

Ouso responder a esta questão afirmando que nos falta entendimento sobre este nosso potencial, sobre as características que nos compõem e sobre nossa capacidade de criar e realizar.

Nós perdemos o senso de direção, também chamado de PROPÓSITO, porque nos desconectamos de nós mesmos, e esta desconexão resulta na perda do nosso senso de identidade, então, buscamos no externo, respostas, pistas, que possam nos orientar em relação ao caminho que devemos trilhar.

Costumo dizer, que é como se carregássemos conosco, uma caixa cheia de ferramentas que nunca foram utilizadas e então, ficamos buscando em outros lugares as ferramentas que já existem dentro de nós.

A jornada de transformação pessoal, não é sobre descobrir o grande segredo, não é sobre gurus, magias ou milagres, é sobre acessar os recursos internos e todo o potencial de vida que já existe em nós.

E que tal fazer um exercício simples de autopercepção para identificar em sua história de vida, em suas escolhas e preferências, pistas, sobre o seu potencial inato, sobre esta “semente” de um propósito maior que é você?

Responda a duas perguntas:


1. Quais são as coisas que você mais gostava de fazer na sua infância, adolescência e mesmo na vida adulta, aquelas que quando você realiza sente que o tempo passa rápido e por vezes você perde a noção de fome ou sede, tamanha a entrega a atividade?


2. Pelo que as pessoas costumam te reconhecer? Quais tarefas mais confiam a você? Quais são as suas habilidades mais prestigiadas?


Suas aptidões naturais são aquelas que você prática esponteamente e sente prazer ao praticá-la. Normalmente, as pessoas de sua convivência, como amigos, colegas de trabalho e familiares percebem suas habilidades inatas e te procuram quando precisam de algo relacionado a elas.

Será que você é um bom, uma boa comunicadora? Será que é organizado (a)? Será que é bom ou boa com planejamento, criação ou um melhor na execução?

Reveja a sua história desde a infância, adolescência, até a vida adulta e avalie os pontos comuns, as coisas que te realizam. Reflita, sobre como você pode fazer mais destas coisas, como pode transformas as suas habilidades inatas em hobby, em profissão? Como você pode afetar a sociedade de forma positiva com estas habilidades?

Estes pequenos “ensaios mentais” são exercícios importantes de autopercepção, que podem te conduzir a compreensão do seu potencial.

Perceba que todas as pistas estão em você, na sua história de vida, nas suas escolhas, naquilo que te faz sentir bem.


Faça mais daquilo que você ama!


Até mais,

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